A mulher do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Marly Sarney, foi transferida para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, na tarde deste domingo. Segundo o hospital, Marly chegou ao local por volta das 15h, está fazendo alguns exames na tarde deste domingo e passa bem.
Dona Marly, 77, recebeu cuidados médicos em um hospital de São Luís após sofrer uma queda em sua casa na última quinta-feira (23). Ela teve quatro fraturas no ombro direito.
De acordo com assessoria de imprensa da presidência do Senado, Sarney está muito abalado com o ocorrido e preocupado por causa da idade de sua mulher.
Leia a íntegra da nota do Senado de sexta-feira (24) sobre a mulher de Sarney:
"Os médicos marcaram a viagem de dona Marly Sarney, de São Luís para São Paulo, onde será operada, para hoje, domingo (26).
Eles consideram este período importante para estabilizar o quadro de saúde da esposa do presidente do Senado, José Sarney, haja vista que Dona Marly sofre de diabete e pressão alta.
Secretaria de Imprensa do Gabinete da Presidência do Senado Federal."
De: Folha On line
domingo, 26 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
CÃMARA DE CAXIAS TORNA MÁRCIA MARINHO INELEGÍVEL
Com a rejeição das contas de sua desastrosa administração a Câmara Municipal de Caxias, com os votos dos Vereadores: Chocolate, Catulé, Ironaldo Alencar, Fábio Gentil, Helton Mesquita, Manoel da Caçamba, Leonardo Barata, Antonio Ximenes, ausentes Ricardo Marques (não justificou a ausência) e Dr. Antonio Luis (se encontra de licença médica depois de ser submetido a uma intervenção cirúrgica)tornou a ex-prefeita Márcia Serejo Marinho, esposa do ex-deputado Paulo Marinho Inelegível. Foi-se por água abaixo o sonho de uma possível candidatura a deputada no próximo ano e de prefeita em 2011. A Vereadora-Presidente Thaís Coutinho nem precisou votar.
CÂMARA DE CAXIAS REJEITA CONTAS DE MÁRCIA MARINHO
A Câmara Municipal de Caxias aprovou na tarde-noite de hoje (22)por unanimidade dos vereadores presentes (ausências de Ricardo Marques e Antonio Luis, que se encontra convalescendo de uma cirurgia)parecer técnico do Tribunal de Contas do Município TCE-MA que opinou pela rejeição das contas da ex-prefeita de Caxias Márcia Serejo Marinho. As contas foram rejeitadas pela Câmara Municipal que comprovou desvio e má aplicação de recursos da saúde e da administração da então prefeita no exercício de 2004. Segundo o Vereador Ironaldo Alencar, Presidente da Comissão de Orçamento da Cãmara de Caxias "estas contas jamais poderiam ser aprovadas, tendo em vista os escandalosos desvios de dinheiro praticados pela ex-prefeita Márcia Marinho quando administrava Caxias". Citou ainda o Vereador Ironaldo em seu discurso de encaminhamento de votação que "a opinião pública deve saber que os vereadores tem a responsabilidade para agir contra aqueles que sempre agiram de má fé com o povo e com o dinheiro público", e que, acrescentou Ironaldo "a imprensa vinha fazendo comentários maldosos e aí está a prova de que a edilidade está sempre do lado do bem e que não compactua com a roubalheira praticada durante mais de 12 anos de comando do clã Marinho em Caxias". Com a rejeição das contas a ex-prefeita Márcia Marinho torna-se inelegível e se distancia assim de uma possível candidatura a qualquer cargo eletivo.
terça-feira, 21 de julho de 2009
SENADOR PAGA ALUGUEL DE FÁBRICA COM VERBA DO SENADO
Portal Terra
MACAPÁ - O senador Gilvam Borges (PMDB-AP), afilhado político do senador José Sarney (PMDB-AP) e com assento no Conselho de Ética do Senado, utilizaria os R$ 15 mil da sua verba indenizatória para alugar uma fábrica de toldos na periferia de Macapá. Apesar de afirmar que o aluguel é referente a 'imóveis para escritório político', o local não tem indicações de abrigar este tipo de atividade, segundo reportagem desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo.
O dono da microempresa seria filiado ao PMDB, partido presidido por Gilvam no Estado. O recibo apresentado pelo senador para pedir o reembolso dos R$ 15 mil é emitido pelo técnico em edificações José Emílio Silva dos Santos, proprietário da fábrica chamada Paratoldo.
Santos afirmou que aluga salas para "reuniões políticas" do senador que, segundo ele, ocorreriam "toda semana", no segundo andar da empresa. De acordo com a Folha, a Paratoldo contribuiu, em 2006, com R$ 2.300 para o comitê financeiro único do PMDB no Amapá - que ajudou a reeleger Sarney. Segundo o jornal, a assessoria de imprensa do senador informou que Borges "arredonda" o valor e que a despesa se encaixa na rubrica da verba indenizatória.
MACAPÁ - O senador Gilvam Borges (PMDB-AP), afilhado político do senador José Sarney (PMDB-AP) e com assento no Conselho de Ética do Senado, utilizaria os R$ 15 mil da sua verba indenizatória para alugar uma fábrica de toldos na periferia de Macapá. Apesar de afirmar que o aluguel é referente a 'imóveis para escritório político', o local não tem indicações de abrigar este tipo de atividade, segundo reportagem desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo.
O dono da microempresa seria filiado ao PMDB, partido presidido por Gilvam no Estado. O recibo apresentado pelo senador para pedir o reembolso dos R$ 15 mil é emitido pelo técnico em edificações José Emílio Silva dos Santos, proprietário da fábrica chamada Paratoldo.
Santos afirmou que aluga salas para "reuniões políticas" do senador que, segundo ele, ocorreriam "toda semana", no segundo andar da empresa. De acordo com a Folha, a Paratoldo contribuiu, em 2006, com R$ 2.300 para o comitê financeiro único do PMDB no Amapá - que ajudou a reeleger Sarney. Segundo o jornal, a assessoria de imprensa do senador informou que Borges "arredonda" o valor e que a despesa se encaixa na rubrica da verba indenizatória.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
SARNEY ACUSADO DE DESVIO DE VERBAS EM FUNDAÇÃO
FolhaNews
Publicação: 10/07/2009 11:51
A denúncia de que a Fundação José Sarney desviou recursos de um patrocínio cultural da Petrobras vai ser alvo de uma investigação do Ministério Público. A oposição protocolou nesta sexta-feira (10/7) uma representação contra o coordenador de projeto da fundação Raimundo Nonato.
O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), também levou a acusação para o Conselho de Ética do Senado, pedindo que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), seja investigado por quebra de decoro parlamentar.
Segundo o tucano, as explicações de Sarney de que não tem responsabilidade administrativa sobre a fundação que leva seu nome não convenceram. "São denúncias graves, que foram rebatidas pelo presidente Sarney, mas foram explicações incompletas, inconsistentes e insuficientes", disse.
Conselho de Ética
O presidente do Senado já foi denunciado no Conselho de Ética por Virgílio e alvo de uma representação por quebra de decoro parlamentar pela edição dos atos secretos. O colegiado estava sem funcionar desde março por causa da falta de indicação dos componentes pelos líderes partidários. O conselho deve ser reativado na próxima semana, véspera do recesso parlamentar.
A representação entre ao Ministério Público e ao Conselho de Ética contra Sarney leva em consideração reportagens dos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo. As reportagens mostraram que que a Fundação José Sarney em São Luís (MA) tem como principal atração para o público, em vez de livros e o museu, uma festa julina idealizada pela governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB).
A fundação recebeu R$ 1,34 milhão da Petrobras entre o fim de 2005 e setembro passado para preservação de seu acervo. Ao menos R$ 500 mil dos recursos repassados pela Petrobras para patrocinar um projeto cultural da Fundação Sarney teriam sido desviados para empresas fantasmas e empresas da família do senador peemedebista José Sarney (AP). O dinheiro teria ido parar em contas de empresas com endereços fictícios e contas paralelas. O projeto nunca saiu do papel.
Publicação: 10/07/2009 11:51
A denúncia de que a Fundação José Sarney desviou recursos de um patrocínio cultural da Petrobras vai ser alvo de uma investigação do Ministério Público. A oposição protocolou nesta sexta-feira (10/7) uma representação contra o coordenador de projeto da fundação Raimundo Nonato.
O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), também levou a acusação para o Conselho de Ética do Senado, pedindo que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), seja investigado por quebra de decoro parlamentar.
Segundo o tucano, as explicações de Sarney de que não tem responsabilidade administrativa sobre a fundação que leva seu nome não convenceram. "São denúncias graves, que foram rebatidas pelo presidente Sarney, mas foram explicações incompletas, inconsistentes e insuficientes", disse.
Conselho de Ética
O presidente do Senado já foi denunciado no Conselho de Ética por Virgílio e alvo de uma representação por quebra de decoro parlamentar pela edição dos atos secretos. O colegiado estava sem funcionar desde março por causa da falta de indicação dos componentes pelos líderes partidários. O conselho deve ser reativado na próxima semana, véspera do recesso parlamentar.
A representação entre ao Ministério Público e ao Conselho de Ética contra Sarney leva em consideração reportagens dos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo. As reportagens mostraram que que a Fundação José Sarney em São Luís (MA) tem como principal atração para o público, em vez de livros e o museu, uma festa julina idealizada pela governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB).
A fundação recebeu R$ 1,34 milhão da Petrobras entre o fim de 2005 e setembro passado para preservação de seu acervo. Ao menos R$ 500 mil dos recursos repassados pela Petrobras para patrocinar um projeto cultural da Fundação Sarney teriam sido desviados para empresas fantasmas e empresas da família do senador peemedebista José Sarney (AP). O dinheiro teria ido parar em contas de empresas com endereços fictícios e contas paralelas. O projeto nunca saiu do papel.
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