quinta-feira, 7 de julho de 2011

Perda: pecuarista recorre ao suicídio

do blog do Lobão

Até o presente momento ainda é um mistério os motivos que levaram o bem sucedido pecuarista, um dos maiores da região, Raimundo Fonseca Viana, de 64 anos, a recorrer ao suicídio hoje por volta das 5:00h da manhã, como narrou seu irmão Vitor Hugo Fonseca. ‘Eu ainda estava deitado quando percebi um movimento anormal aqui em casa, era a menina que mora com a gente que tinha acabado de vê o corpo no quintal da casa dele’, afirmou. Os dois irmãos moram harmonicamente lado a lado e uma porta dá acesso aos dois quintais o que facilitou Vitor Hugo ir às pressas ao local. ‘Quando fui até o quintal e abri a porta vi o corpo, eu o abracei, mas já estava sem vida’, narrou entristecido o irmão. O fazendeiro usou uma corda de nylon para cometer o suicídio.
Ainda no diálogo eu perguntei ao irmão se ele estava passando por algum problema de saúde, Vitor Hugo disse que há um bom tempo ele vinha se submetendo a um tratamento renal em Teresina, mas já estava quase que recuperado, inclusive estava muito alegre com o último diagnóstico médico. ‘Ele cuidava bem da saúde, até o médico lhe elogiava dizendo que ele era o melhor paciente’, disse.
Raimundo Fonseca tinha uma vida dedicada ao trabalho e a família, era daqueles que acordava diariamente às cinco horas da manhã já para acompanhar os trabalhos em suas fazendas. Mesmo com a vida pacata que tinha era um homem muito considerado pela sociedade tuntuense, que o tinha como um cidadão honrado e de bem. A súbita notícia de seu falecimento deixou a cidade perplexa com a irreparável perda. O corpo do notável criador está sendo velado em sua residência, a rua Frederico Coelho, próximo a agência do Banco do Brasil. Ele deixa a esposa Fátima Fonseca e os filhos Júnior e Fábia, além dos netos. Que Deus, o Soberano, lhe dê um bom descanso e conforto aos seus familiares.

Cleide Coutinho presta homenagem aos 175 de fundação de Caxias


Ag. Assembleia

A deputada Cleide Coutinho (PSB) subiu à Tribuna “Nagib Haickel”, da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (5), para registrar os 175 anos de fundação do município de Caxias, ocorrido em 5 de julho de 1836.


“Como cidadã caxiense e sua representante neste parlamento, presto homenagem a Caxias na data de hoje, dia de sua fundação no distante ano de 1836. Certo que é um momento para refletirmos sobre os tempos presentes, baseados em tempos passados, que são formadores da sua historia, que é plena de fatos significativos, tanto no contexto local como no regional e em alguns casos, alcançando repercussão nacional”, disse a deputada Cleide Coutinho, na abertura do seu discurso.


Cleide Coutinho destacou figuras que atuaram na construção de Caxias nos vários segmentos sociais, tanto no campo político quanto no campo militar, cultural, educacional e na área de prestação de serviços.


No campo militar ela destacou a figura de Luis Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, que foi o consolidador dos atos que levaram a adesão de Caxias à Independência do Brasil.


Na política, destacou o senador Alexandre Costa, o ex-prefeito e ex-governador Eugênio Barros, o atual prefeito de São Luis, João Castelo (PSDB), que também já foi senador e governador do Estado; os ex-deputados estaduais José Gentil, João Machado, Afonso Barata e Humberto Coutinho, atual prefeito de Caxias.


Na área Jurídica, a parlamentar citou com muito orgulho o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Edson Vidigal, o desembargador Jamil Gedeon e o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão. Lembrou, também, neste mesmo segmento, o educador e desembargador Arthur Almada Lima Filho, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias.


Cleide Coutinho não esqueceu em suas referências dos nomes de escritores consagrados nacionalmente, dentre os quais Coelho Neto, que além de político foi, também, consagrado “Príncipe dos Prosadores Brasileiros” pelo grande acervo literário que deixou; Gonçalves Dias, poeta aplaudido, enfatizando que este tem versos da sua obra “Canção do Exílio” inserido no Hino Nacional, quando diz: “nossos bosques têm mais vida, nossa vida em teu seio mais amores”.

sábado, 2 de julho de 2011

QUEM FOI ITAMAR FRANCO


Do G1

Na cidade mais importante da Zona da Mata mineira Itamar viveu a infância e a juventude ao lado da maior parte de sua família. Era órfão do pai, que morreu antes que ele nascesse. Descendente de italianos, a mãe Itália Cautieiro passou um dobrado para manter a família com a venda de marmitas. Ela morreu em 1992, vinte dias antes da posse oficial do filho caçula como presidente da República do Brasil. Mas essa é outra história.

Itamar gostava de jogar basquete. No fim da adolescência, escolheu seguir a profissão do pai e formou-se em Engenharia Civil e Eletrotécnica na Universidade Federal de Juiz de Fora. No entanto, a militância estudantil no Diretório Acadêmico foi mais prolífica do que a lida com planilhas e cálculos, ainda que no início da carreira o tino para a política tão parecesse algo tão definitivo: aos 28 anos candidatou-se a vereador pelo PTB e perdeu as eleições. O mesmo ocorreu quatro anos depois, quando tentou ser vice-prefeito.

Por ser amigo do governador mineiro Magalhães Pinto, sobreviveu ao golpe de 1964 e não foi cassado, como ocorreu com a maior parte dos colegas do PTB. A primeira vitória chegaria em pouco tempo. Filiado ao MDB, foi escolhido prefeito de Juiz de Fora em 1966, feito que se repetiria em 1972, ao ser reeleito. Como administrador da sua cidade de coração, dividiu a experiência de poder com figuras que vinte anos depois escolheria para ocupar cargos chaves no Planalto Central, como o professor Murilo Hingel (futuro ministro da educação), Mauro Durante (futuro secretário-geral), Djalma Moraes (Comunicações), Alexis Stepanenko (Planejamento) e a família de Henrique Hargreaves (Casa Civil). No governo federal, formariam juntos o núcleo daquela que viria a ser conhecida conhecida como a República de Juiz de Fora, ou República do Pão de Queijo. Mas ainda chegaremos lá.

Itamar Franco era daqueles tipos de líder que não se isolam na hora de tomar decisões - no seu caso, quase todas cheias de suspense e emoção. Preferia estar cercado por colaboradores e mantinha o hábito de consultar pessoas simples - do garçom do cafezinho à faxineira - para arejar a mente ao ser desafiado a tomar medidas complexas. Já era assim em 1974, quando exercia o segundo mandato como prefeito e decidiu renunciar para concorrer ao Senado pelo mesmo MDB. A decisão final só veio depois de ouvir a opinião do seu motorista, minutos antes do prazo.

- A vontade dele sempre prevalecia no final, apesar de ser um bom ouvinte e não ter vergonha de voltar atrás - lembra e contemporiza o fiel escudeiro Henrique Hargreaves.

Naquele tempo também era possível observar os primeiros sinais da estrela que carregaria por toda vida: algo que muitos chamariam de senso de oportunidade, outros classificariam como pura sorte. As chances de vitória na disputa pelo Senado eram as mais remotas. O candidato natural do MDB era Tancredo Neves, mas o mineiro temia perder para o candidato do partido do Regime Militar, a Arena, por isso lançou Itamar ao sacrifício. Na hora das urnas, a oposição surpreendeu em todo o Brasil. Itamar foi eleito por Minas e repetiu a dose em 1982, com o partido já renomeado como PMDB.

Perdeu o controle da legenda em Minas em 1986 e tentou o governo do Estado pelo PL. Mas foi derrotado por Newton Cardoso, justamente o candidato do PMDB. Voltou para o Senado e encerrou o mandato com a participação na Assembleia Constituinte de 1987 no currículo.

Desde a época em que era prefeito, Itamar gostava de dizer que se considerava um político de esquerda, embora pouquíssimas vezes tenha composto com os partidos mais tradicionais deste campo. Foi mais eficiente que os colegas na hora de reforçar a imagem de político com postura pública marcada pela seriedade e a austeridade. Surpreendeu a muitos correligionários quando aceitou ser vice candidato na chapa de Fernando Collor (PRB) à Presidência, em 1989. Mas era a única e melhor chance de alcançar o cargo máximo da República, o que viria a acontecer em pouco tempo.

O temperamento intempestivo do mineiro e do cabeça da chapa não poderia ter outro resultado: desde a campanha os dois se desentendiam com frequência e o clima não ficou melhor quando Collor assumiu o cargo. Itamar sempre foi uma pessoa difícil de lidar. Não era vaidoso. Mas orgulhoso, sensível a críticas e muito agarrado às suas causas. Achava que era perseguição Collor escolher justamente a Usiminas na primeira etapa de um processo de privatização, ao qual se opunha inicialmente. Quando contrariado, tremia até o topete (mantido desde a juventude e sem adição de produtos de beleza, garantem os mais próximos).

Um ano e meio depois da eleição, escândalos de corrupção envolvendo pessoas diretamente ligadas ao presidente começaram a manchar o mandato e meses antes do impeachment de Collor Itamar percebia que a situação era insustentável. Naquela época já reunia auxiliares para que diagnosticassem os principais problemas do país e iniciassem um desenho do que poderia vir a ser o seu governo. Com o afastamento definitivo de Collor, assumiu o cargo apoiado por um amplo leque partidário, num esforço claro para manutenção da ordem democrática há tão pouco tempo conquistada.

- Pode orgulhar-se a Nação capaz de dominar as suas mais graves crises políticas na ordem da Lei. Sábio é o povo que, na conquista e preservação de sua própria liberdade, expressa veemência no clamor das ruas e na serenidade de seus atos - discursou pela primeira vez na TV como presidente, às vésperas da passagem de 92 para 93.

Apesar da amplitude de apoio ao seu governo, o núcleo duro era mesmo formado pelos amigos do tempo de Juiz de Fora, somados a poucos parceiros da época do Senado, como Maurício Corrêa, que viria a ser nomeado ministro da Justiça. Não havia outro jeito, afinal, conhecia pouca gente no Rio ou São Paulo, e não tinha canais com o mundo acadêmico, empresarial ou sindical. Até mesmo no mundo político sua base era considerada precária e pouco capilarizada. Ainda assim Itamar foi hábil suficiente para garantir a estabilidade política do país depois do maior escândalo político da vida nacional.

O núcleo estava sempre por perto e o aconselhava, mas não foi capaz de evitar um dos episódios mais curiosos do período. Com o suspeito argumento de que o último presidente a participar do carnaval teria sido Hermes da Fonseca, em 1913, Itamar partiu para o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro em fevereiro de 1994, onde protagonizou cena inesquecível ao lado da "modelo" cearense Lilian Ramos, de 27 anos. O encontro ficou famoso por causa de uma ausência: a calcinha da jovem com quem sambou, trocou palavras de pé de ouvido e até telefones. Jantariam na noite seguinte, se a imagem do presidente da República em flerte explícito com uma mulher seminua não tivesse rodado o mundo e instalado uma crise que, no fim das contas, só serviu para encerrar abruptamente o romance.

No seu governo a população participou do plebiscito que reafirmou a escolha do regime presidencialista para o país. Promoveu o fim da hiperinflação (que chegava a 1.100% em 1992) ao executar o Plano Real. A medida foi gestada por quase um ano por um grupo de economistas e colocado a cabo pelo sociólogo Fernando Henrique Cardoso, indicado por Itamar para o Ministério da Fazenda. O plano garantiu a normalização da atividade econômica e permitiria, e nos anos seguintes, a retomada do desenvolvimento econômico e social do Brasil. Esta conquista sempre foi até o fim da vida o seu maior motivo de orgulho.

URGENTE:


Morre o ex-presidente Itamar Franco aos 81 anos

Atual senador pelo PMDB de Minas estava internado com câncer em São Paulo.

SÃO PAULO - O senador e ex-presidente Itamar Franco morreu neste sábado, aos 81 anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele foi diagnosticado com leucemia e estava internado desde o dia 21 de maio. Na sexta-feira, o estado de saúde do ex- presidente piorou e foi levado para a UTI, com pneumonia grave. De acordo com o boletim médico divulgado na sexta-feira, Itamar respirava por aparelhos.

Itamar Augusto Cautiero Franco talvez seja o único mineiro que tenha nascido em alto-mar. Foi em junho de 1930, quando sua mãe viajava em um navio do Rio de Janeiro para Salvador e por isso foi obrigada a registrar o filho na capital baiana. No ano seguinte, o "erro" seria corrigido com o registro da certidão de batismo, que traz Juiz de Fora como sua verdadeira terra natal.


Maiores informações logo mais.

Polícia Civil apreende 88 máquinas caça-níqueis

Do Portal Noca

Uma operação desencadeada pela Superintendência de Polícia Civil do Interior, (SPCI), resultou na apreensão, na manhã desta sexta-feira, (1), de 88 máquinas caça-níqueis em vários pontos comerciais da cidade de Caxias, a aproximadamente 400 km de São Luís.

Há três dias, 12 investigadores de Polícia Civil da SPCI foram deslocados ao município de Caxias a fim de realizarem levantamentos dos locais onde se encontravam as máquinas. No início da manhã desta sexta (1), as equipes policiais e peritos, realizaram diligências em 15 locais específicos, entre bares e comércios localizados entre o centro e a periferia da cidade.

Segundo informações da polícia, ainda foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência, (TCO) contra os proprietários dos estabelecimentos. Após as apreensões, as máquinas foram levadas para a Delegacia Regional de Caxias, onde foram submetidas à análise pericial para retirada da placa mãe. Em seguida, serão transportadas a São Luís.

DEU NO BLOG DO DÉCIO SÁ:

Negócio desfeito
A Justiça Federal embargou a compra feita pelo Governo do Estado de um terreno no valor de R$ 3 milhões pertencente à Sociedade Educacional Caxiense (Soeduca), presidida pela ex-deputada Márcia Marinho. O terreno tem três hectares e no local o governo pretendia construir um hospital. O problema não é nem tanto o negócio em si, mas as várias pendências judiciais contra o marido de Márcia, o ex-prefeito Paulo Marinho.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

TUNTUNENSE É LÍDER DE AUDIÊNCIA NA REGIÃO TOCANTINA


O Tuntunense Renald Torres (Caffé) é líder de audiência no Rádio na região tocantina e bico do papagaio. Com um programa alegre, sua marca registrada, Renald tem se destacado na emissora - NATIVA FM, onde apresenta um programa matutino. Depois de passar pela Mirante FM, Renald Caffé, como é conhecido, já recebeu várias propostas de emissoras do centro-oeste do país e inclusive do sul do país, preferindo permanecer na emissora líder de audiência em Imperatriz, a Nativa FM.

Festança entre batalhões de bumba-bois celebra Dia de São Marçal em Caxias




ASCOM / Prefeitura de Caxias



Após um mês de folguedos, o encontro que reuniu 13 batalhões de bumba meu boi de sotaque e de pandeirões, no Dia de São Marçal, marcou em Caxias na noite desta quinta-feira, 30/06, a despedida do período junino. Desde o início da noite, na Avenida Clodomir Cardoso, no bairro Cangalheiro, uma multidão aguardava o evento que acontece pela primeira vez na cidade e teve o apoio da Secretaria de Cultura do Município.

O trânsito ficou interditado nos dois sentidos da Avenida Clodomir Cardoso. A festa se estendeu até o início da madrugada. Os brincantes de bumba-bois, além de celebrar o dia de São Marçal, homenagearam também o professor Passinho, historiador e conhecedor da cultura popular caxiense. A idéia de reunir os batalhões partiu também dos incentivadores do folclore local, Pelé e Paizinha.

A festa de São Marçal é uma prova de resistência para muitos brincantes. Mesmo depois de enfrentar uma maratona acelerada de apresentações durante toda a temporada junina, eles fazem um grande esforço para homenagear o santo.

São Marçal - São Marçal foi o primeiro bispo de Limoges, na França (Gália), no século III da era cristã. É venerado como mártir pelo catolicismo popular, apesar de não ser reconhecido como santo pela Igreja Católica. Não há informações precisas sobre sua origem e seus feitos. No entanto, a imaginação popular o transformou em um apóstolo do século I. Segundo as lendas, ele teria feito muitos milagres. Trazer um morto de volta à vida ao tocá-lo com uma vara dada por São Pedro foi o mais famoso ato atribuído ao santo.