Por motivos alheios a nossa vontade (doença) estivemos fora "o ar" por alguns dias. Estaremos durante esta semana voltadndo à carga com a seriedade e o respeito de sempre. E é com tristeza que durante este período afastado aconteceram em Tuntum os falecimento de Dona Maria Helena Cunha (Mãe do Dr. Tema) e do Sr. Luiz do Serra Grande. Às famílias eleutadas nossos sincersos pêsames e sentimos muito pois ambos eram pessoas de bem e que gozavam da grande amizade de todos nós.
ALEGRIA
Nem só de tristeza vive o mundo. A alegria reinou tambem no enlace mtrimonial do meu grande amigo Rafael Seabra com minha sobrinha e afilhada Sara Luiza. Parabéns, que Deus lhes cubra com o seu manto sagrado da felicidade e agora é esperar prá ver a carinha feliz da nenenzinha que estará vindo ao mundo daqui a alguns meses para consolidar o matrimônio e encher os vovôs e as vovós de alegria.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
ÚLTIMOS CANTOS: MILITÂNCIA PROTEGE O CORPO DE JACKSON DE SARNEY

Até a presente postagem não se tinha notícia da proximidade do corpo de Jackson Lago, de qualquer membro do clã Sarney. Os Sarneys feriram em vida com ataques tão violentos, que mesmo na presença da morte a valorosa "tribo" de Jackson não foi capaz de esquecer.
Foram denúncias e insultos constantes, implacáveis, ininterruptos. Iniciavam nas madrugadas ermas e frias, perdurando na volúpia da execração pública até as ultimas horas das noites. Jornais, rádios, televisões e blogs do Sistema Sarney orquestravam e repercutiam infatigáveis matérias. Jornalistas, radialistas, apresentadores e blogueiros divertiam-se em extirpar Jackson Lago.
Criaram uma indústria de denúncias, tendo o Sistema Mirante como sede e Sarney como mentor. Foi assim desde o primeiro dia de mandato ao ultimo dia de governo. Ele sempre age desta forma, com quem lhe contradita. "De maneira que" como gostava o saudoso, não cabe aos patrocina "dores" participarem do "choro amigo".
Invadiram a privacidade e a intimidade familiar sem pejo, propiciando o desconforto moral. Zombaram da fala, da figura, da indumentária e da dor. Agora com a falsidade que lhe amolda a face, Sarney tenta com a esponja do cinismo o esquecimento da sanha perpetrada contra Lago .
Não foi possível no sentido físico ou moral, Sarney e descendentes participarem das exéquias. Jackson tomou as providências, para que de longe Sarney escutasse os "Últimos Cantos" :
Não descendes covarde do forte//O velho no entanto// Sofrendo já tanto//No canto de morte//Com plácido rosto//Sereno e composto// Aos crimes da nação dos fortes// Deus não os perdoá..
Postado por BLOG DO CESAR BELLO
7 de abril - Dia do Jornalista
Bom dia! E hoje, além de ser o Dia Mundial da Saúde, é também o Dia do Jornalista. Aos colegas da imprensa, meu abraço especial e o olhar firme para que não desistam de fazer o melhor trabalho de suas vidas a cada pauta desenvolvida, a cada matéria finalizada. Profissionais medianos, ruins, teremos sempre em qualquer setor. Àqueles que inspiram credibilidade e respeito pelo trabalho sério e paixão pela atividade jornalística (quixotesca, como diriam alguns), parabéns por seu dia! E não me venham com o discurso dos pessimistas dizendo que "não há o que comemorar"! Há sempre ao menos um motivo para sentir-se feliz com o trabalho que se tem. Deixo aqui uma frase de Dines que retrata meu pensamento sobre a realidade brasileira quanto ao nosso mercado de trabalho e um vídeo a todos os jornalistas pelo dia de hoje!.
"A sociedade que aceita qualquer jornalismo não merece jornalismo melhor." (Alberto Dines)
"A sociedade que aceita qualquer jornalismo não merece jornalismo melhor." (Alberto Dines)
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Corpo do ex-governador Jackson Lago deixa o PDT

O enterro está previsto para as 11h15 desta quarta, no Parque da Saudade, no Vinhais.
Pedro Sobrinho / Imirante
SÃO LUÍS - O corpo do ex-governador Jackson Lago (PDT) deixou agora a pouco a sede do partido na rua dos Afogados, local onde estava sendo realizado o velório.
Milhares de pessoas acompanham a pé e de carro o cortejo, com um percurso, que teve início pela rua do Sol, e fez uma parada para manifestação na praça Maria Aragão. Em seguida, o cortejo seguirá pela ponte Bandeira Tribuzi, avenidas Carlos Cunha e Jerônimo de Albuquerque, até o cemitério Parque da Saudade, no Vinhais, com previsão de chegada às 11h15.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), o deputado federal Brizola Neto (PDT), correlegionários locais, políticos de todos os partidos, além de prefeitos de vários municípios maranhenses, acompanham o cortejo e darão o último adeus ao ex-governador do Maranhão, Jackson Lago. Bastante emocionada, a esposa Clay Lago agradeceu pela solidariedade do povo maranhense.
Velório
O corpo do ex-governador do Maranhão Jackson Lago é foi velado durante toda a noite, na sede do PDT, na rua dos Afogados, no centro de São Luís (MA). As homenagens se estenderam até as 10h desta quarta-feira (6),.quando ele será sepultado no cemitério Parque da Saudade, no Vinhais.
O velório teve início pouco antes das 18h desta terça-feira (5), 24 horas depois do seu falecimento, em São Paulo (SP), na segunda-feira (4), após complicações decorrentes de um longo tratamento quimioterápico contra um câncer de próstata. Jackson Lago convivia com a luta contra a doença desde 2004.
A sede do PDT foi o local escolhido para ser velado pelo próprio Jackson Lago. Foi um pedido dele à família, segundo informou o seu filho Igor Lago. A governadora do Estado, Roseana Sarney, ofereceu toda a estrutura do governo, assim como o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, que ofereceu a Casa para as cerimônias. Das honras a qual um chefe de Estado tem direito, a família aceitou apenas o carro do Corpo de Bombeiros e os cadetes da Polícia Militar.
Cortejo
Foi no carro aberto do Corpo de Bombeiros que o corpo de Jackson Lago passou por algumas avenidas e ruas de São Luís, após a sua chegada, às 14h45 desta terça-feira (5). O cortejo teve início por volta das 15h50 e passou pelas avenidas dos Franceses, governador Luís Rocha, Beira-Mar, rua 7 de Setembro, chegando, por volta das 17h45, à rua dos Afogados, onde fica a sede do PDT.
Ao longo de todo o caminho, milhares de pessoas homenageavam o ex-governador e ex-prefeito de São Luís, com faixas, bandeiras e cartazes. A viúva de Jackson Lago, Clay Lago, acenava para os populares e agradecia os gestos e as demonstrações de carinho. A família acompanhou o cortejo em um micro-ônibus.
Além de pessoas nas calçadas e nas janelas das casas, dezenas de veículos seguiram o carro do Corpo de Bombeiros, no qual estava o caixão de Jackson Lago, coberto com uma bandeira do Maranhão.
Atendimento de pacientes do MA no Piauí está suspenso
O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Pedro Leopodino, participou nesta terça-feira (05) do programa Agora na Rede Meio Norte. Na pauta da entrevista estava o impasse sobre o não atendimento de pacientes vindos do Maranhão em hospitais públicos do Piauí.
Nesta semana aconteceu a suspensão de consultas e exames médicos para a população do estado vizinho, o motivo seria a falta de repasse de recursos públicos acertado em acordo entre os dois Estados. Esses gastos com pacientes oriundos do Maranhão geram cerca de 19 milhões de prejuízo aos cofres do Piauí.
Pedro Leopodino esclarece ainda que o cancelamento é uma questão de justiça. " O Piauí recebe determinada quantia para atendimento aos piauienses, o aumento desses atendimentos reflete em um aumento de gastos públicos", informou Pedro.
O presidente esclarece que o Piauí não tem condições de atender os pacientes oriundos do Maranhão. Autoridades do maranhão solicitaram junto a FMS uma reunião no dia 18 de abril para resolver o impasse.
Fonte: meio norte com Portal Noca
Nesta semana aconteceu a suspensão de consultas e exames médicos para a população do estado vizinho, o motivo seria a falta de repasse de recursos públicos acertado em acordo entre os dois Estados. Esses gastos com pacientes oriundos do Maranhão geram cerca de 19 milhões de prejuízo aos cofres do Piauí.
Pedro Leopodino esclarece ainda que o cancelamento é uma questão de justiça. " O Piauí recebe determinada quantia para atendimento aos piauienses, o aumento desses atendimentos reflete em um aumento de gastos públicos", informou Pedro.
O presidente esclarece que o Piauí não tem condições de atender os pacientes oriundos do Maranhão. Autoridades do maranhão solicitaram junto a FMS uma reunião no dia 18 de abril para resolver o impasse.
Fonte: meio norte com Portal Noca
terça-feira, 5 de abril de 2011
DEP. CLEIDE FAZ PRONUNCIAMENTO DESTACANDO ENTREGA DE CASAS EM CAXIAS

A deputada Cleide Coutinho (PSB) destacou na sessão desta segunda-feira, 4, o sorteio de duas mil unidades habitacionais no município de Caxias, resultado do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, em convênio com a prefeitura de Caxias. As casas beneficiaram diretamente 15 mil pessoas.
Cleide Coutinho afirmou que o trabalho está registrado na publicação da revista “A Conquista da Cidadania”, de Caxias, distribuída na última terça-feira (29). “A revista mostrou, através de relatos e fotografias, a realização do maior programa de habitação do Maranhão e também, com certeza, um dos maiores do Nordeste”.
Segundo Cleide Coutinho, dez mil pessoas foram inscritas pelo programa. Ela lembrou ainda que, por se tratar de um programa do governo federal, os beneficiados deveriam atender aos critérios adotados pela Caixa Econômica Federal (CEF), antes de se submeterem ao sorteio.
Sobre os critérios, ela explicou que o número mínimo de habitantes por residência deve ser de quatro pessoas, com renda per capita inferior a R$ 350.
“O sorteio foi realizado por uma empresa idônea, credenciada pela Caixa Econômica Federal, e aconteceu com a presença de milhares de pessoas e diversas autoridades, não só municipal e estadual, mas também federal”, declarou Cleide Coutinho.
Dentre as autoridades, estavam presentes o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e o secretário estadual de Coordenação Política e Articulação dos Municípios, Ildon Rocha, representando a governadora Roseana Sarney. O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Valdenilson Almeida, também acompanhou o evento, acompanhado de outros representantes da CEF.
De acordo com Cleide Coutinho, das unidades sorteadas, 5% foram reservadas para pessoas com deficiência, sendo adaptadas para necessidades especiais. Outros 6% foram reservados para portadores de doenças crônicas e mais 3% para idosos.
AS CASAS
Cada unidade habitacional foi construída dentro de uma área de 42,22 m², com dois quartos, sala, cozinha, terraço e área de serviço. Ela destacou que o projeto original prevê uma área de 35m², mas o prefeito Humberto Coutinho interveio no sentido de aumentar essa dimensão.
“A contrapartida da prefeitura municipal foi com transporte coletivo, coleta de lixo, escola, postos médicos, hospitais e isenção parcial de tributos e taxas. Além disso, a Prefeitura vai fazer igreja, praça com lazer e ginásio coberto”, acrescentou Cleide Coutinho.
MAIS MORADIAS
Durante o pronunciamento, Cleide Coutinho destacou que, além das duas mil moradias, o prefeito Humberto Coutinho já entregou à população de Caxias outras 4.652 residências, que estavam em situação precária ou localizadas em área de risco. Ao todo, a atual gestão municipal já teria entregue 6.632 moradias.
Da Assessoria
Jackson: Por Edson Vidigal
Só há tempo para o viver. Entre o nascer e o morrer só o tempo para o viver. Nascer é chegar ao mundo, abrir-se para a vida e seguir o destino pela estrada que, um dia, terá fim. Ou nunca terá fim.
Para muitos, a estrada tem fim. A viagem acaba com a chegada da morte. Nascer não é inevitável. Morrer para muitos é inevitável. Há aqueles para quem a estrada nunca acaba porque apesar da morte, prosseguem.
Prosseguem no exemplo, nos ideais de luta, não a luta pelo mal aos outros, mas a luta buscando o bem dos outros.
O Jackson se inscreve agora entre aqueles para quem a estrada da vida não acabou. Aqueles que sobrevivem à própria morte.
O Jackson médico, trabalhou seu oficio curando doentes, ajudando a salvar vidas, espantando as lamurias que a morte leva às casas dos enfermos.
O Jackson professor soube inspirar seguidores, disseminando o que aprendeu em técnicas, erudição, experiência e conhecimentos.
O Jackson político, que administrou a Capital por três vezes, sempre bem avaliado, era querido pela população porque fazia da política não a arte do possível como muitos ainda entre nós a praticam no mal sentido, achando que esse possível se encerra na possibilidade das coisas sempre para eles, a favor deles, do patrimônio político e também do patrimônio pessoal deles.
O Jackson político fincava sua ação em princípios rígidos, dos quais ninguém o arredava. Não concebia a vida política fora dos parâmetros republicanos e democráticos.
Homem público, no exemplo que o Jackson buscava intensamente transmitir, não podia ter outros compromissos que não os fossem, primeiramente, com o coletivo. Era assim, beirando muitas vezes a um remansoso romantismo, o seu jeito de gerenciar a coisa publica.
Antes da morte física de agora ha pouco, o Jackson já havia sofrido uma tentativa de morte política quando lhe arrebataram covardemente, ainda no primeiro biênio, o mandato de Governador eleito pela maioria do Povo do Maranhão.
Depois, nas eleições seguintes, ele novamente concorrendo para se submeter a um novo julgamento, querendo tirar a prova dos nove, foi vitima de novo atentado com a bazófia da inelegibilidade que lhe inventaram e que a morosidade judicial ajudou a prosperar.
O Jackson não era inelegível coisa nenhuma. Eu me esguelava garantindo isso nos comícios, na campanha inteira, ao lado dele.
Quando a Justiça eleitoral, em sua fama de que tarda, mas não falha, mas falhando porque tardia, disse que não havia mesmo inelegibilidade nenhuma contra o Jackson, a tendência forte que antes lhe era favorável já se contaminara pela mentira espalhada pela má fé e, assim, perdia apoios.
Assim, derrotado, covardemente derrotado, logo no primeiro turno, o Jackson gladiador da resistência republicana e democrática no Maranhão foi a nocaute.
O que lhe causou, enfim, a morte física não foi o câncer que já acompanhava e com o qual convivia em alguma harmonia há algum tempo. Nem a pneumonia que se aproveitando da sua baixa resistência decorrente da quimioterapia.
O que o abateu mesmo foi a depressão profunda em que mergulhou decepcionado com os falsos e envergonhado por ter dedicado todo o tempo em que passou palmilhando a estrada na luta pelos outros e vendo a vitoria definitiva quase chegando ter acreditado em uns tantos em quem não valeu a pena confiar.
Como naquele verso de Fernando Pessoa, estou hoje perplexo como quem pensou, achou e esqueceu...
Para muitos, a estrada tem fim. A viagem acaba com a chegada da morte. Nascer não é inevitável. Morrer para muitos é inevitável. Há aqueles para quem a estrada nunca acaba porque apesar da morte, prosseguem.
Prosseguem no exemplo, nos ideais de luta, não a luta pelo mal aos outros, mas a luta buscando o bem dos outros.
O Jackson se inscreve agora entre aqueles para quem a estrada da vida não acabou. Aqueles que sobrevivem à própria morte.
O Jackson médico, trabalhou seu oficio curando doentes, ajudando a salvar vidas, espantando as lamurias que a morte leva às casas dos enfermos.
O Jackson professor soube inspirar seguidores, disseminando o que aprendeu em técnicas, erudição, experiência e conhecimentos.
O Jackson político, que administrou a Capital por três vezes, sempre bem avaliado, era querido pela população porque fazia da política não a arte do possível como muitos ainda entre nós a praticam no mal sentido, achando que esse possível se encerra na possibilidade das coisas sempre para eles, a favor deles, do patrimônio político e também do patrimônio pessoal deles.
O Jackson político fincava sua ação em princípios rígidos, dos quais ninguém o arredava. Não concebia a vida política fora dos parâmetros republicanos e democráticos.
Homem público, no exemplo que o Jackson buscava intensamente transmitir, não podia ter outros compromissos que não os fossem, primeiramente, com o coletivo. Era assim, beirando muitas vezes a um remansoso romantismo, o seu jeito de gerenciar a coisa publica.
Antes da morte física de agora ha pouco, o Jackson já havia sofrido uma tentativa de morte política quando lhe arrebataram covardemente, ainda no primeiro biênio, o mandato de Governador eleito pela maioria do Povo do Maranhão.
Depois, nas eleições seguintes, ele novamente concorrendo para se submeter a um novo julgamento, querendo tirar a prova dos nove, foi vitima de novo atentado com a bazófia da inelegibilidade que lhe inventaram e que a morosidade judicial ajudou a prosperar.
O Jackson não era inelegível coisa nenhuma. Eu me esguelava garantindo isso nos comícios, na campanha inteira, ao lado dele.
Quando a Justiça eleitoral, em sua fama de que tarda, mas não falha, mas falhando porque tardia, disse que não havia mesmo inelegibilidade nenhuma contra o Jackson, a tendência forte que antes lhe era favorável já se contaminara pela mentira espalhada pela má fé e, assim, perdia apoios.
Assim, derrotado, covardemente derrotado, logo no primeiro turno, o Jackson gladiador da resistência republicana e democrática no Maranhão foi a nocaute.
O que lhe causou, enfim, a morte física não foi o câncer que já acompanhava e com o qual convivia em alguma harmonia há algum tempo. Nem a pneumonia que se aproveitando da sua baixa resistência decorrente da quimioterapia.
O que o abateu mesmo foi a depressão profunda em que mergulhou decepcionado com os falsos e envergonhado por ter dedicado todo o tempo em que passou palmilhando a estrada na luta pelos outros e vendo a vitoria definitiva quase chegando ter acreditado em uns tantos em quem não valeu a pena confiar.
Como naquele verso de Fernando Pessoa, estou hoje perplexo como quem pensou, achou e esqueceu...
Morre Jackson Lago, ex-governador do Maranhão

Por Luís Cardoso
O ex-governador lutava contra um câncer de próstata.
Morreu na tarde desta segunda-feira (4), às 17h50, vítima de um câncer de próstata, o ex-governador do Estado do Maranhão e ex-prefeito de São Luís, Jackson Kléper Lago, 76 anos.
Lago estava internado desde quarta-feira (30), devido ao estado febril, falta de ar e cansaço, decorrentes de um tratamento contra o câncer de próstata, na Unidade Coronariana (espécie de UTI), do Hospital do Coração, em São Paulo, depois de uma piora no seu estado de saúde.
Médico de formação, Jackson Lago foi governador do Maranhão de 2007 a 2009, quando foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral – TSE. Também foi prefeito de São Luís por três mandatos (1989-1992, 1997-2000 e 2001-2002). Devido à doença, estava licenciado da vice-presidência do PDT.
O velório deve acontecer no prédio da Assembleia Legislativa hoje (05). Os deputados estaduais fizeram um minuto de silêncio durante a sessão desta segunda-feira (04).
A governadora Roseana Sarney decretou luto oficial de três dias no Estado, pela morte do ex-governador. A Assembleia Legislativa também decretou luto oficial de três dias.
Assinar:
Postagens (Atom)